Tebes S, Cardosi R, Hoffman M. Paget’s disease of the vulva. Am J Obstet Gynecol 2002 Aug;187(2):281-3; discussion 283-4. A doença de Paget foi originalmente descrita como lesão de mama associada a adenocarcinoma ductal invasivo. Foi posteriormente classificada de acordo com a localização no corpo como doença mamária ou extramamária. A doença de Paget da...Read More
Wheeler, c.m . Preventive vaccines for cervical cancer. Salud Publica Mex , v.39, p.283-7, 1997. O câncer cervical representa uma das primeiras causas de morte em mulheres em todo o mundo, especialmente nos países em desenvolvimento. Em alguns países, implementação de programas de rastreamento baseados na colpocitologia oncótica tem resultado em significante redução na incidência...Read More
por Dra Cíntia Parellada Paris, Cité des Sciences et de L´Industrie 13-16 de abril Vacinas A maioria das vacinas contém VLPs (partículas semelhantes ao vírus) que podem ser produzidas a partir de fungos. Estas não têm potencial infeccioso nem oncogênico. Após aplicação da vacina, a imunoglobulina G (Ig G) é intensamente exsudada no muco cervical....Read More
Massad LS, Evans CT, Minkoff H, et al. Natural history of grade 1 cervical intraepithelial neoplasia in women with human immunodeficiency virus. Obstet Gynecol 2004; 104(5):1077-85. O objetivo deste estudo foi estimar as taxas de progressão e regressão da neoplasia intra-epitelial cervical grau 1 (NIC 1) entre as mulheres com o vírus da imunodeficiência humana...Read More
Massad LS, Collins YC, Cejtin HE. Histologic findings after a colposcopic biopsy showing CIN2. Journal of Lower Genital Tract Disease 2002, 6:23-6. Através de estudo retrospectivo, avaliou-se 119 mulheres com resultado de biópsia dirigida pela colposcopia neoplasia intra-epitelial cervical escamosa grau 2 (NIC2). A média etária das mulheres foi de 33 anos e procedimentos adicionais...Read More
Bianco V, Tassan Simonat P, Murina F, Valente I. Human papillomavirus of the female genital tract: prevalence in women attending a centre for early cancer detection. Minerva Ginecol 2004; 56(5):391-9. Os autores estudaram a tendência da detecção citológica do Papilomavírus Humano (HPV) no período entre 1980 e 2000 em mulheres que procuraram uma clinica para...Read More
Adam E, Berkova Z, Daxneova Z, et al. Am. J. Obstet. Gynecol. 2000, 1:;239-247. Objetivo: Este estudo foi realizado para avaliar a associação entre a detecção de tipos de alto risco do papilomavírus humano (HPV) e várias características demográficas e comportamentais e posteriormente relacionar esta associação aos achados histopatológicos cervicais. Desenho do Estudo: Um total...Read More
Wright,T.C.; Ellerbrock, T.V.; Chiasson, M.A.; Devanter, N.V.; Sun, X.W. Obstet. Gynecol. 1994, 84:4 (1), 591-7 OBJETIVO: Definir a prevalência da neoplasia intra-epitelial cervical (NIC), a validade da citologia e associação entre a NIC e os fatores de risco para a doença cervical em mulheres HIV+. MÉTODOS: Foram estudadas 398 mulheres HIV+ e 357 HIV- de...Read More
Ellerbrock, T.V.; Chiasson, M.A.; Bush, T.J.; Sun, X.; Sawo, D.; Brudney, K.; Wright, T.C. JAMA 2000, 283:1031-1037. Contexto: Mulheres infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) estão sob maior risco de lesões intra-epiteliais escamosas cervicais (LIEs), os precursores do câncer do colo uterino. Entretanto, pouco é conhecido sobre as causas desta associação. Objetivos: Comparar a...Read More
Massad LS, Evans CT, Minkoff H, et al. Natural history of grade 1 cervical intraepithelial neoplasia in women with human immunodeficiency virus. Obstet Gynecol 2004; 104(5):1077-85. O objetivo deste estudo foi estimar as taxas de progressão e regressão da neoplasia intra-epitelial cervical grau 1 (NIC 1) entre as mulheres com o vírus da imunodeficiência humana...Read More
TSENG, CJ; LIANG, CC; SOONG, YK; PAO, CC. Perinatal transmission of human papillomavirus in infants: relationship between infection rate and mode of delivery. Obstet. Gynecol. v.91, p.92-96, 1998. Além da transmissão sexual o HPV pode ser transmitido de outras maneiras, como a perinatal. Vários estudos demonstram alta taxa de transmissão vertical do HPV variando entre...Read More
Paraskevaidis E, Bilirakis E, Koliopoulos G, et al. Cervical regeneration after diathermy excision of cervical intraepithelial neoplasia as assessed by transvaginal sonography. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2002 Apr 10;102(1):88-91. Parakevaidis e al 2002 estudaram a regeneração da cratera cervical após CAF e investigaram diferentes padrões de cicatrização dependente do tamanho da conização através...Read More
Livasy CA , Maygarden SJ, Rajaratman CT,et al. Predictors of recurrent dysplasia after a cervical loop electrocautery excision procedure for CIN-3: a study of margin, endocervical gland, and quadrant involvement. Mod Pathol. 1999 Mar;12(3):233-8. Este artigo estuda 248 pacientes com NIC III submetidas a procedimento de excisão por alça eletrocirúrgica (LEEP) na Universidade da Carolina...Read More
The ASCUS/LSIL Study ( ALTS ) Group, Human Papillomavirus Testing for triage of women with cytologic evidence of Low-Grade Squamous Intraepithelial Lesions: Baseline data from a randomized trial, J.National Cancer Institute 2000, 92: ALTS é um estudo clínico realizado para determinar a melhor maneira de administrar as alterações intermediárias encontradas na citologia cervical ( técnica...Read More
Lorincz AT, Castle PE, Sherman ME, et al. Viral load of human papillomavirus and risk of CIN3 or cervical cancer. Lancet 2002, 360:228-9. Neste estudo de coorte, Lorincz et al acompanharam 20.810 mulheres por 10 anos através de rastreamento citológico e teste de DNA de HPV (Captura Híbrida 2). As cargas virais de mulheres HPV-positivas...Read More
Castle PE, Schiffman M, Wheeler CM. Hybrid capture 2 viral load and the 2-year cumulative risk of cervical intraepithelial neoplasia grade 3 or cancer. Am J Obstet Gynecol 2004;191(5):1590-7. Neste trabalho os autores utilizaram o estudo Atypical Cells of Unknown Significance and Low-Grade Squamous Intraepithelial Lesions Triage Study, um ensaio clínico randomizado de 5060 mulheres...Read More
Resumo das atividades do EUROGIN 2003 por Dra Cíntia Parellada Paris, Cité des Sciences et de L´Industrie 13-16 de abril de 2003 O Dr J. Palefsky (do UCSF, São Francisco, EUA) falou sobre a epidemiologia e patogênese da neoplasia intra-epitelial anal (NIA) na mulher. A incidência de câncer anal em mulheres é de 0,9/100.000, atingindo...Read More
ACOG Committee Opinion. Cervical cancer screening in adolescents. Obstet Gynecol 2004;104:885-9. A Sociedade Americana de Câncer (ACS) recomenda que o rastreamento do câncer cervical deva iniciar aproximadamente três anos após o início de relação sexual vaginal ou até a idade de 21 anos. Uma vez iniciado, o rastreamento deve ocorrer anualmente para as adolescentes. Esta...Read More
Hart WR. Symposium part II: special types of adenocarcinoma of the uterine cervix. Int J Gynecol Pathol. 2002 Oct;21(4):327-46. A freqüência tanto relativa quanto absoluta do adenocarcinoma do colo uterino tem aumentado. Histologicamente, a grande maioria corresponde a adenocarcinoma puro de células endocervicais. Um pequeno número corresponde a outros tipos como o carcinoma basal adenóide...Read More
por Dra Cíntia Parellada Paris, Cité des Sciences et de L´Industrie 13-16 de abril 2003 Dr Meijer ( Departamento de Patologia, Hospital Acadêmico da Universidade Vrije, Amsterdam, Holanda). Na Holanda, no período de 1989 a 1998, existiu diminuição importante dos casos de câncer cervical do tipo escamoso, porém não se constatou a mesma tendência nos...Read More
Zaino RJ. Symposium part I: adenocarcinoma in situ, glandular dysplasia, and early invasive adenocarcinoma of the uterine cervix. Int J Gynecol Pathol. 2002 Oct;21(4):314-26. Enquanto a incidência do câncer escamoso do colo uterino tem diminuído, observa-se aumento tanto relativo quanto absoluto do adenocarcinoma da cérvice uterina nas últimas três décadas. A criação e uso de...Read More
Dra Elsa Aida Gay de Pereira* Dra Cíntia Irene Parellada** 1. Vulvovaginites As vaginites infecciosas são a causa mais comum de descarga vaginal e são responsáveis por 2/3 do total de casos. Os três tipos mais comuns de vaginites infecciosas são vaginose bacteriana, vaginite por Candida e vaginite por Trichomonas. Vaginose bacteriana É a causa...Read More
Dra Franciele Norma Minotto Médica Colaboradora do Setor de PTGI e Colposcopia do HC – FMUSP A função sexual normal envolve uma série de complexos fatores hormonais, psicológicos e socioculturais, de tal forma que a atitude sexual satisfatória se baseia na avaliação feita pelo próprio indivíduo frente ao seu contexto, expectativas e desejos. As queixas...Read More
Julisa Chamorro Lascalas Ribalta Neila Maria de Góis Speck José Focchi Edmund Chada Baracat Setor de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia da Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina A associação de gravidez e doenças do trato genital inferior reveste-se de características especiais, em consequência às modificações dos equilíbrios hormonal...Read More
Nelson Valente Martins Neila Maria de Goes Considerações gerais A vagina é um canal músculo membranoso, com aproximadamente 7 centímetros de profundidade e cuja origem embriológica ocorre as custas da fusão e canalização dos ductos de Muller com o seio urogenital. As neoplasias da vagina, benignas, intra-epiteliais e invasoras podem ter origem em qualquer porção,...Read More
Dra Carmen Regina Nogueira de Carvalho Prof. Dr. Julisa Chamorro Lascasas Ribalta Epidemiologia, ciência que relaciona o agente etiológico, o hospedeiro, o meio ambiente e a doença caracteriza a análise de quais riscos uma população deve apresentar para adquirir uma determinada doença. Essa análise visa estabelecer medidas de prevenção, de rastreamento, diagnóstico e tratamento. O...Read More
Dra Cíntia Irene Parellada O conhecimento da embriologia é essencial para o reconhecimento e tratamento das patologias do trato genital inferior. As anomalias da anatomia e a histologia só podem ser totalmente compreendidas ao se estudar sua formação. 1. Embriologia do aparelho genital feminino O processo de diferenciação sexual inicia-se no momento da fecundação, quando...Read More
Gerson Botacini das Dores Tradicionalmente, os exames diagnósticos usados nas lesões HPV-induzidas são a colposcopia, a citologia e a histopatologia. São métodos subjetivos em sua interpretação, por isso, sua acurácia está diretamente relacionada à experiência do examinador. Por ser o colo uterino o sítio de maior incidência dessas lesões, nos deteremos na análise do que...Read More
Carla Guerra Martins Kemp Gustavo Focchi Celia Sakano Nelson Valente Martins A citologia é o método mais rápido e econômico para detectar as lesões induzidas pelos HPVs. Sua acurácia é controversa na literatura, provavelmente seu valor seja exagerado por alguns autores e depreciado por outros. Esse método de detecção está sujeito a erros desde a...Read More
Dr. Gerson Botacini das Dores Hoje há grande preocupação em relação ao correto diagnóstico das doenças. Com as mudanças comportamentais, principalmente as sexuais, observou-se aumento na incidência das doenças de transmissão sexual. Conseqüentemente, há grande interesse em diagnosticá-las e tratá-las adequadamente. Se não forem diagnosticadas com precisão, pode-se ter sérias complicações, como, por exemplo, a...Read More