Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia
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Minuto PTGI

Líquen escleroso vulvar: quando biopsiar?

O líquen escleroso (LE) é uma dermatose inflamatória crônica de caráter progressivo, que afeta preferencialmente a região anogenital (85 – 90% dos casos). A doença pode ocorrer em qualquer idade, mas tende a ter pico de aparecimento bimodal: meninas pré-púberes e mulheres na perimenopausa e pós-menopausa. Clinicamente, caracteriza-se por placas hipocrômicas, podendo ser acompanhadas por...
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Autocoleta: o rastreamento do futuro?

O câncer do colo do útero ainda é um grande desafio de saúde pública no Brasil e no mundo. Apesar da disponibilidade do exame de Papanicolau, a adesão ainda é insuficiente, levando a diagnósticos tardios e maior mortalidade.  A autocoleta de material cervicovaginal para teste de HPV de alto risco oncogênico desponta como uma alternativa...
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Vaginose citolítica ou candidíase. Como diferenciar?

Para distinguir Vaginose Citolítica da Vulvovaginite por Cândida, devemos considerar o histórico da paciente, os achados do exame físico, as características do corrimento, pH vaginal e os exames laboratoriais. As características clínicas das duas entidades são muito semelhantes, contudo apresentam achados laboratoriais diferentes o que demonstra a importância de conduzir uma investigação precisa baseada em...
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Rastreamento de câncer do colo do útero em imunossuprimidas

Dados científicos comprovam uma importante relação entre a imunossupressão e o risco aumentado de detecção do HPV e principalmente do desenvolvimento de lesões HPV induzidas Os principais exemplos que constituem o grupo de mulheres imunossuprimidas: infectadas pelo HIV transplante de órgãos sólidos e de medula ossea Em uso de terapia imunossupressora de longo prazo Em...
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Toxina botulínica e vulvodínia

Você já ouviu falar sobre vulvodínia? A dor vulvar crônica acima de três meses, em que a paciente sofre com essa dor porque dificulta suas relações sexuais, a atividade física, o uso de roupas justas e o uso de tampões vaginais. Existem vários tratamentos para isso, porém a maioria das pacientes são refratárias a eles....
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Teste de HPV positivo

O Teste de HPV passou a ser o principal exame no rastreamento do câncer de colo uterino, ou seja, na prevenção secundária (primária é a vacina). Porém, a prevalência da infecção por esse vírus é alta na população, e ter o teste positivo não significa que terá o câncer e que terá o vírus por...
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Síndrome geniturinária pós-menopausa

O uso do laser na síndrome genitourinária da pós menopausa é um procedimento de excelência, que promove o tratamento funcional da mucosa vaginal, com remodelamento do colágeno, neovascularização, restabelecimento do pH vaginal e flora, espessamento do epitélio e melhora da qualidade sexual. Há evidências científicas do uso na SGU, com relatos de melhora no tratamento...
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Radiofrequência fracionada microablativa na incontinência urinária de esforço

O tratamento de primeira linha para IUE é o treinamento supervisionado dos músculos do assoalho pélvico,  e adicionando o uso de terapia hormonal vaginal naquelas com atrofia associada.  Opções não hormonais, como as energias de RF e laser, têm potencial quando os estrogênios vaginais são contraindicados ou ineficazes ou recusados. Existem várias pesquisas publicadas, mas poucas...
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A infecção pela Chlamydia trachomatis e a carcinogênese do colo uterino

A infecção persistente pelo papilomavírus humano (HPV) de alto risco é o principal fator etiológico do câncer do colo do útero. No entanto, diversos cofatores podem modular a carcinogênese, e entre eles a infecção por Chlamydia trachomatis tem recebido atenção especial. A clamídia é um patógeno de alta prevalência no trato genital feminino, frequentemente assintomático,...
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